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domingo, 17 de fevereiro de 2013

Playboy com Photoshop

‎"E viva o Photoshop", diz alto e com ar de desprezo uma rapariga para o rapaz que a acompanha, depois de analisar de perto, na montra da papelaria, a capa da Playboy com a Rita Pereira.

Temos de ser uns para os outros

Na semana passada, apanhei como sempre o 750 até Algés. A conduzir a viatura do demo ia uma mulher, que como os seus congéneres masculinos fez o autocarro levantar voo e aterrar com grande estrondo ao passar ali num buraco lendário, antes da estação dos comboios. E, ao chegarmos a Algés, fez uma travagem que ia atirando uns quantos passageiros ao chão. Nada que, infelizmente, não aconteça quase todos os dias, mas uma mulher à minha frente ia cheia de vontade de chingá-la («eu nunca vi ninguém conduzir tão mal», etc), procurando a minha anuência. E, na travagem final, não se coibiu de concluir, quase triunfal: POR ISTO É QUE AS MULHERES SÃO TÃO MAL VISTAS! Apeteceu-me dizer-lhe o mesmo a ela. 

Comboio para a praia

Miúdas no comboio para a praia: gritam, berram, berram, gritam; maquilham-se usando o telefone como espelho; borrifam perfume pela carruagem e discutem, sempre com os decibéis no máximo, quem é guineense e quem deixa de ser. A líder (fala ainda mais alto que as outras), esguia e de cabelo muito curto, bate ocasionalmente no único rapaz do grupo, enquanto pragueja. O tipo não reage nem se faz ouvir.