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domingo, 17 de fevereiro de 2013
Todos os dois
Conversas fascinantes no autocarro. Começa com um "tu tens de te mentalizar que o Vodafone preto que te dei já não é meu, é teu. São todos teus, todos os dois!", passa por "Mas eu nunca me interesso por ninguém por dinheiro, Alda!" e acaba com "então desejo-te Boa Páscoa, que já vai atrasada".
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Amor e sangue
Esta manhã, na
inestimável estação de Algés, um homem apontava o telemóvel ao penso/curativo
que tinha no pescoço. Julguei que tirasse uma foto à sua própria ferida, mas
pelos vistos estaria mesmo a filmá-la, pois depois olhou para a câmara do
telefone e disse: «Amo-te!».
(Outubro 2010)
(Outubro 2010)
Moche ao telefone
As figuras que os nomes dos tarifários põem as pessoas a fazer: "Vou chegar atrasada, o autocarro atrasou", diz uma senhora ao telemóvel (o toque é uma música do Sting). "Desculpe ligar para si, mas como a senhora também é moche...".
(Outubro 2012)
(Outubro 2012)
Cheias & cavalos
As referências dos outros. ♥ Senhora ao telefone, sobre as cheias de ontem: "No sítio onde em 77 morreram os cavalos...".
Lâmp'das e mortalhas
No impossível bus de domingo: rapariga dá descasca ao namorado por telefone: "Sabes porque é que eu estava fodida contigo ontem? Porque andas comigo mas recebes mensagens da Sara!". Confrontada com presença de ex-namorados na sua vida, riposta ela: "Mas ele não me liga a perguntar que lâmp'da comprar para casa!". A Sara também não devia pedir-lhe mortalhas, acha ela. "Mas tu és pai dela ou quê?". Agora vai a ouvir kizomba e a cantar bem alto (e bem desafinada): "trata do teu homem... Acabou, acabou... Tu não mereces... Acabou...".
(Dezembro 2012)
(Dezembro 2012)
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